terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Conclusão



A vida de uma pessoa portadora de deficiência é muito cheia de obstáculos, tudo se torna muito mais difícil. Nossa legislação é considerada uma das melhores e mais protetoras, entretanto falta fiscalização na implementação das leis, impedindo que estas sejam cumpridas. Se abordarmos a questão sob a ótica educativa, a dificuldade é ampliada ainda mais quando o preconceito parte muita vezes do próprio professor. É lamentável que alguns professores recusem alunos portadores de deficiência em suas turmas comuns.  É certo que muitos desses profissionais não têm qualquer tipo de preparo para receber tais alunos em suas classes, o que pode levá-lo ao medo do fracasso e do desconhecido, levando-o à esta recusa. Há também aqueles que mesmo sem preparo e com medo, seguem em frente e conseguem realizar belíssimos e compensadores trabalhos.

O aluno protagonista de nosso trabalho, conta com o uso de tecnologias para estudar. Ele utiliza um microcomputador adaptado pelo Hospital Sarah Kubstchek, em Brasília, para comunicar-se. O microcomputador foi adaptado com um simulador de teclado que capta as informações através de sensores de toque, realizados através de leves movimentos da cabeça que acionam o software e a comunicação se estabele. O programa funciona por varredura que é controlada pelos movimentos da cabeça, com estes movimentos ele diz em que linha está a letra, então o computador registra e começa a varredura a partir dalí. Quando encontra a letra desejada ele faz outro toque com a cabeça e o computador registra, segue assim até que a palavra esteja completa ou que ele decida terminar.

Como vimos, a vida não é fácil, nem para o professor, muito menos para o portador de deficiência. Há muitos obstáculos a serem vencidos e muito caminho a percorrer antes que as mudanças começadas hoje sejam realmente significativas de forma a abranger a maioria dos que delas necessitam.

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