1. O ESCAFANDRO E A BORBOLETA,
O filme conta a história de um homem de 40 anos, bem sucedido, pai de três filhos, que fica tetraplégico em decorrência de um AVC. Após despertar de um como que durou três meses, decide escrever um livro contando como se sente após receber o diagnóstico de que é portador da sídrome de "Locked in".
2. O COLECIONADOR DE OSSOS,
O filme se baseia na historia de um chefe forense e especialista em perícias da polícia de Nova York, Lyncoln Rhyme (Denzel Washington), que ao investigar uma morte sofre um acidente que o deixa tetraplégico. Para piorar as coisas, ele pode sofrer um derrame a qualquer momento que o transformaria em um vegetal.
3. MAR ADENTRO,
Conta a história de um tetraplégico que está preso a uma cama há trinta anos. Ele luta contra as leis de seu país (que são contra a eutanásia) pelo direito de morrer com dignidade, pois a sua única janela para o mundo é a do seu quarto, que dá para o mar.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Conclusão
A vida de uma pessoa portadora de deficiência é muito cheia de obstáculos, tudo se torna muito mais difícil. Nossa legislação é considerada uma das melhores e mais protetoras, entretanto falta fiscalização na implementação das leis, impedindo que estas sejam cumpridas. Se abordarmos a questão sob a ótica educativa, a dificuldade é ampliada ainda mais quando o preconceito parte muita vezes do próprio professor. É lamentável que alguns professores recusem alunos portadores de deficiência em suas turmas comuns. É certo que muitos desses profissionais não têm qualquer tipo de preparo para receber tais alunos em suas classes, o que pode levá-lo ao medo do fracasso e do desconhecido, levando-o à esta recusa. Há também aqueles que mesmo sem preparo e com medo, seguem em frente e conseguem realizar belíssimos e compensadores trabalhos.
O aluno protagonista de nosso trabalho, conta com o uso de tecnologias para estudar. Ele utiliza um microcomputador adaptado pelo Hospital Sarah Kubstchek, em Brasília, para comunicar-se. O microcomputador foi adaptado com um simulador de teclado que capta as informações através de sensores de toque, realizados através de leves movimentos da cabeça que acionam o software e a comunicação se estabele. O programa funciona por varredura que é controlada pelos movimentos da cabeça, com estes movimentos ele diz em que linha está a letra, então o computador registra e começa a varredura a partir dalí. Quando encontra a letra desejada ele faz outro toque com a cabeça e o computador registra, segue assim até que a palavra esteja completa ou que ele decida terminar.
Como vimos, a vida não é fácil, nem para o professor, muito menos para o portador de deficiência. Há muitos obstáculos a serem vencidos e muito caminho a percorrer antes que as mudanças começadas hoje sejam realmente significativas de forma a abranger a maioria dos que delas necessitam.
O aluno protagonista de nosso trabalho, conta com o uso de tecnologias para estudar. Ele utiliza um microcomputador adaptado pelo Hospital Sarah Kubstchek, em Brasília, para comunicar-se. O microcomputador foi adaptado com um simulador de teclado que capta as informações através de sensores de toque, realizados através de leves movimentos da cabeça que acionam o software e a comunicação se estabele. O programa funciona por varredura que é controlada pelos movimentos da cabeça, com estes movimentos ele diz em que linha está a letra, então o computador registra e começa a varredura a partir dalí. Quando encontra a letra desejada ele faz outro toque com a cabeça e o computador registra, segue assim até que a palavra esteja completa ou que ele decida terminar.
Como vimos, a vida não é fácil, nem para o professor, muito menos para o portador de deficiência. Há muitos obstáculos a serem vencidos e muito caminho a percorrer antes que as mudanças começadas hoje sejam realmente significativas de forma a abranger a maioria dos que delas necessitam.
Interação com a família do aluno
A interação da família do aluno com a escola é de suma importância para que haja uma troca de informações que serão cruciais para o desenvolvimento de técnicas e métodos que permitam um melhor aproveitamento do tempo usado para a aprendizagem. Esta interação funciona como um elo entre a escola e o aluno/família e deve se dar diariamente.
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Avaliação do aluno
O aluno aqui representado apresenta particularidades e necessidade educativas diversificadas que exigem uma avaliação individualizada, criteriosa, complexa e formativa, ou seja, se dá de acordo com suas limitações. Considerando seu interesse e participação em atividades em grupo. O processo de avaliação, assim como o processo educativo é bastante prolongado, nosso aluno não fala e a avaliação se dá com o professor sendo o escriba, os testes e provas são feitos de maneira objetiva que permitam respostas afirmativas ou negativas. Considerando que o aluno somente faz uso dos olhos e de movimentos leves de cabeça para comunicar-se, as suas respostas serão interpretadas pelo professor da seguinte maneira: duas piscadas para um sim e uma para um não e/ou movimentos leves de cabeça.
Trabalhos cooperativos com outros alunos
Incentivar sua participação em atividades em grupo, de forma que possa interagir com os colegas dando sua opinião através da utilização dos recursos de que dispõe para comunicação rápida, como expressões faciais e movimentos leves de cabeça.
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Trabalhos cooperativos
Execução de exercícios e provas
No caso do nosso aluno a fala está comprometida, então a execução de exercícios deverá ser feita através de questionário objetivo de múltipla escolha onde o professor será o escriba, ou textos sintéticos sobre determinado assunto, que ele lerá e depois serão feitas perguntas sobre o que foi lido e as respostas virão através de expressões faciais, por exemplo, o aluno com deficiência responderá através dos olhos: duas piscadas para um sim e uma para um não e/ou movimentos leves de cabeça.
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